quinta-feira, 11 de julho de 2013

Dia Mundial do Autismo



Dia Mundial do Autismo


O Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo foi instituído pela ONU em dezembro de 2007, que definiu a data de 2 de abril como marco da mobilização mundial para mostrar que há pessoas um pouco diferentes das outras, mas que, na sua essência, são tão humanas quanto todos.

Autismo é uma palavra desconhecida para muitos. Dessa forma o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo busca esclarecer o que vem a ser o Autismo e disseminar informações sobre a importância do diagnóstico e da intervenção precoce.

O que é Autismo?

É uma alteração cerebral que afeta a capacidade da pessoa se comunicar, estabelecer relacionamentos e responder apropriadamente ao ambiente. Algumas crianças apesar de autistas apresentam inteligência e fala intactas, outras apresentam também retardo mental, mutismo ou importantes retardos no desenvolvimento da linguagem. Alguns parecem fechados e distantes outros presos a comportamentos restritos e rígidos padrões de comportamento.

Sinais de autismo normalmente aparecem no primeiro ano de vida e sempre antes dos três anos de idade. A desordem é duas a quatro vezes mais comum em meninos do que em meninas.

Causas

A causa do autismo não é conhecida. Estudos de gêmeos idênticos indicam que a desordem pode ser, em parte, genética, porque tende a acontecer em ambos os gêmeos se acontecer em um. Embora a maioria dos casos não tenha nenhuma causa óbvia, alguns podem estar relacionados a uma infecção viral (por exemplo, rubéola congênita ou doença de inclusão citomegálica), fenilcetonúria (uma deficiência herdada de enzima), ou a síndrome do X frágil (uma dosagem cromossômica).

Diagnóstico

Os pais são os primeiros a notar algo diferente nas crianças com autismo. O bebê desde o nascimento pode mostrar-se indiferente a estimulação por pessoas ou brinquedos, focando sua atenção prolongadamente por determinados itens. Por outro lado certas crianças começam com um desenvolvimento normal nos primeiros meses para repentinamente transformar o comportamento em isolado. Contudo, podem se passar anos antes que a família perceba que há algo errado. Nessas ocasiões os parentes e amigos muitas vezes reforçam a idéia de que não há nada errado, dizendo que cada criança tem seu próprio jeito. Infelizmente isso atrasa o início de uma educação especial, pois quanto antes se inicia o tratamento, melhor é o resultado.

Não há testes laboratoriais ou de imagem que possam diagnosticar o autismo. Assim o diagnóstico deve feito clinicamente, pela entrevista e histórico do paciente, sempre sendo diferenciado de surdez, problemas neurológicos e retardo mental. Uma vez feito o diagnóstico a criança deve ser encaminhada para um profissional especializado em autismo, este se encarregará de confirmar ou negar o diagnóstico.

Tratamento

Para o autismo não há propriamente um tratamento, o que há é um treinamento para o desenvolvimento de uma vida tão independente quanto possível. Basicamente a técnica mais usada é a comportamental, além dela, programas de orientação aos pais. Quanto aos procedimentos são igualmente indispensáveis, pois os pais são os primeiros professores. Uma das principais tarefas dos pais é a escolha de um local para o treinamento do filho com autismo.


Características

A lista serve como orientação para o diagnóstico. Como regra os indivíduos com autismo apresentam pelo menos 50% das características relacionadas. Os sintomas podem variar de intensidade ou com a idade.


Dificuldade em juntar-se com outras pessoas,
Insistência com gestos idênticos, resistência a mudar de rotina,
Risos e sorrisos inapropriados,
Não temer os perigos,
Pouco contato visual,
Pequena resposta aos métodos normais de ensino,
Brinquedos muitas vezes interrompidos,
Aparente insensibilidade à dor,
Ecolalia (repetição de palavras ou frases),
Preferência por estar só; conduta reservada,
Pode não querer abraços de carinho ou pode aconchegar-se carinhosamente,
Faz girar os objetos,
Hiper ou hipo atividade física,
Aparenta angústia sem razão aparente,

Esperanças de cura

Hoje mais do que antigamente há recursos para tornar as crianças autistas o mais independente possível. A intervenção precoce, a educação especial, o suporte familiar e em alguns casos medicações ajudam cada vez mais no aprimoramento da educação de crianças autistas. A educação especial pode expandir suas capacidades de aprendizado, comunicação e relacionamento com os outros enquanto diminui a freqüência das crises de agitação. Enquanto não há perspectiva de cura pode-se de acordo com o tratamento melhorar o desenvolvimento da qualidade de vida das crianças autistas.

Fonte: ABC da Saúde

4 dicas para o dia a dia da criança autista


1. Trabalhe para a independência de seu filho. 

Incentive seu filho a se vestir sozinho. Uma técnica muito utilizada é começar deixando apenas o último passo para ele. Se estiver ensinando a vestir uma camiseta, coloque tudo e deixe apenas que ele puxe para passar a cabeça; se for uma calça, coloque as pernas e deixe que ele a puxe até a cintura. Assim ele entenderá que a ação era vestir a peça. Vá retrocedendo em pequenos passos até que ele execute a ação de forma inteiramente independente.

Incentive-o também, da mesma forma, a se servir, comer, beber e assim por diante.
Ao fazer isto, fique calma e elogie tranquilamente cada pequeno avanço. Não fale mais que o necessário e evite irritar-se com pequenos retrocessos. Pense que neste momento você é mais que um pai e uma mãe. Você é um pai ou uma mãe que está cumprindo um papel muito importante para seu filho.

2. Estabeleça rotinas que facilitem a organização de seu filho.

A criança autista tem uma tendência muito grande a se fixar em rotinas. Você pode utilizar isso a favor da tranquilidade da mesma. Por exemplo, para organizar uma boa noite de sono, em horários pré-fixados, dê o jantar, o banho, vista o pijama, coloque-a na cama e abaixe a luz. A ordem pode ser esta ou alguma outra um pouco diferente, de acordo com sua preferência.
Nada melhor para enfrentar um dia duro de trabalho que uma boa noite de sono. E uma rotina para encerrar o dia funciona bem para a maioria das pessoas.
Mas tente fazer isto de uma forma natural para encerrar o dia de seu ilho, e não um ponto de atrito entre membros da família.

3. Ensine seu filho a quebrar rotinas.

Faça pequenas mudanças na vida diária, no começo de preferência uma de cada vez. Mude o lugar de seu filho à mesa, tente variar a comida, colocar a TV em um canal que não seja o preferido dele, mude o caminho de ir à escola. As rotinas não são imutáveis, e é melhor que seu filho aprenda isto desde cedo.
Você pode achar paradoxal, mas ao mesmo tempo em que a rotina é importante, é importante também aprender a aceitar mudanças.

4. Frequente locais públicos com seu filho.

Se seu filho é pequeno, dê preferência a parques públicos onde ele possa brincar em atividades necessárias para qualquer criança - principalmente para ele - como escorregar, balançar-se, pendurar-se, etc.
Se ele for maior, faça caminhadas em parques, será muito bom tanto para você quanto para ele. É importante frequentar locais públicos com seu filho, mesmo porque algumas vezes isto é inevitável. Se você tiver oportunidade de organizar-se neste sentido, depois de algum tempo vai perceber que realmente valeu a pena.

Como o meu filho percebe o mundo

Como o seu filho percebe o mundo – através de movimento, tato, visão, audição e olfato.

Muitas crianças com Espectro Autista reagem de forma incomum ao mundo ao seu redor. Isto acontece porque elas podem não sentir as coisas da mesma forma que você. Seu filho pode ser hipersensível a certas sensações, o que significa que uma pequena quantidade da sensação pode estimulá-lo intensamente. Se o seu filho é hipersensível, ele pode se afligir e tentar evitar as sensações que o incomodam.
 Ao mesmo tempo, seu filho pode ser hipossensível a certas sensações e buscá-las, porque é necessária uma grande quantidade da sensação para estimulá-lo. Crianças que são hipossensíveis ao movimento são particularmente ativas, porque correm de um lado para o outro, balançam o tronco ou pulam buscando provocar as sensações que precisam. Por outro lado, há crianças que são hipossensíveis às sensações, e mesmo assim são passivas. Elas mal reagem ao mundo à sua volta, porque não estão obtendo estímulos suficientes.

 É possível que seu filho tenha reações contraditórias às sensações – ele pode ser hipersensível a algumas e hipossensível a outras. Assim será mais fácil entender o comportamento de seu filho diante as sensações do dia-a dia.
 Muitas crianças com Espectro autista são hipossensíveis não respondem quando chamado, produz sons estranhos, muito embora outros são hiperssensível aos sons ( como liquidificador, encerradeira, secador ou aspirador).
outras crianças com Espectro Autista são hipossensível a alguns cheiros e gostos ou busca  sensações (explora coisas lambendo e cheirando-as gosta de comidas muito condimentadas) e outras hipersensível a alguns cheiros ou gostos evitando certas  sensações de gosta de comidas e certos cheiros.


domingo, 20 de janeiro de 2013

Olhe ...................


Olhe!! ...



Olhe para trás!
Veja os obstáculos que você já superou.
Veja o quanto você já aprendeu e o quanto você cresceu.
Olhe para frente!
Não fique parado, levante-se quando tropeçar e cair.
Estabeleça metas, tenha planos e prossiga com firmeza.
Olhe para dentro!
Conheça seu coração e analise seus projetos.
Mantenha puros seus sentimentos.
Não deixe que o orgulho, a vaidade e a inveja,
dominem seus pensamentos e seu coração.
Olhe para o lado!
Socorra quem precisa de você.
Ame o próximo e seja sensível
para as necessidades daqueles que o cercam.
Olhe para baixo!Não pise em ninguém.
Perceba as pequenas coisas e aprenda a valorizá-las.
Olhe para cima!
Há um Deus maior do que você, que o ama muito,
e tem todas as coisas sob controle.
Olhe para Deus!Perceba a profundidade,
a riqueza e o poder da bondade divina.
Sinta esse Deus que olha por você
em todos os dias de sua vida!
ELE o ama!

Deus Falando ...

O homem sussurrou: “Deus, fale comigo”!
... e um passarinho cantou.
Mas o homem não ouviu.

Então, o homem gritou: “Deus, fale comigo”!
... e os trovões e raios apareceram no céu.
Mas o homem não notou.

O homem olhou em volta e disse:
“Deus, deixe-me ver o Senhor” ...
... e uma estrela brilhante apareceu.
Mas o homem não percebeu.

O homem gritou:
“Deus, mostre-me um milagre” ...
... e uma vida nasceu.
Mas o homem não percebeu.

Então, o homem clamou em desespero:
“Toque-me, Deus, e deixe-me saber
que o Senhor está aqui” ...
Ao que Deus o tocou suavemente.
Mas o homem espantou a borboleta
que pousara no seu ombro.

Isso é um grande ensinamento de que
Deus está sempre à nossa volta,
nas coisas que nem imaginamos:
Nas pequenas e simples, como nas grandes
também .

Não perca as bênçãos, simplesmente
porque elas não estão “embrulhadas”
da maneira como você esperava.
(Desconheço o autor)